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prof.rubens
 


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Escrito por prof.rubens às 20h41
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A concisa história de um projeto pedagógico para o design

 Na Europa formaram dois eixos artísticos de diferentes orientações e que marcaram atuação nas primeiras décadas do século 20.

Grupos, pelo choque da Primeira Guerra Mundial, fundaram-se na utopia e, nas vertentes construtivistas destes eixos, pelo desejo de integração social através da arte, numa aproximação às questões abertas pela industrialização. É dentro desse eixo que atuou a escola Bauhaus, fundada na Alemanha em 1919, pelo arquiteto Walter Gropius e que, com movimentos como o construtivismo Russo e De Stijl, determinou novas práticas da vida moderna.

A Bauhaus, durente seus 14 anos de existência desenvolveu pesquisas visuais, de comunicação e estética.

“Para a escola Bauhaus, desde seu primeiro momento, constituem comunicação: o traçado da cidade, as formas dos edifícios, dos veículos, dos móveis, dos objetos, das roupas, a publicidade, as marcas de fábrica, o invólucro das mercadorias, todos os tipos de artes gráficas; espetáculos de teatro, cinema, esportes. Tudo que se inclui no vasto âmbito da comunicação visual é, na Bauhaus, objeto de análise e projeto.” Argan, 1992: (p. 271)

Algumas colocações são importantes e anteriores à sua formação. Do final do século 19 ao período da primeira guerra, a Alemanha teve uma posição de liderança no processo industrial e nos métodos de serialização dos objetos.

Em 1915, Walter Gropius promove a reestruturação da escola superior de Belas Artes e é criada a Bauhaus. Sua metodologia didática teve como base o chamado ensino bipolar ou ensino de duas vias. Promoveu a integração das áreas técnicas com as áreas artísticas.



Escrito por prof.rubens às 19h14
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www.jornalrepensar.com.br

www.jornalrepensar.com.br

www.jornalrepensar.com.br

http://youtu.be/C50FAN9bYqU

http://www.youtube.com/watch?v=C50FAN9bYqU



Escrito por prof.rubens às 16h21
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Laboratório virtual de aprendizagem

Um laboratório virtual inspira-se, a partir de um laboratório real. Temos diversos laboratórios para distintas finalidades. Portanto, laboratório é um espaço destinado ao estudo experimental de qualquer ramo da ciência que servirá para aplicação de conhecimentos científicos com objetivos práticos de exame, análises, testagens, preparos fabricação, operacionalizações e transformações.

O laboratório virtual, com essas ações estabelecerá simulações, a partir de diretivas que são organizadas por softwares, em conteúdos animados ou estáticos e clipes de filmes.

Nesse contexto vale ressaltar Kenski:

 

 

Gerenciar as mídias em educação consiste, portanto, em atuar em múltiplas direções: gerenciar o uso e manutenção das tecnologias envolvidas; gerenciar os projetos educacionais que irão ser desenvolvidos e a forma como esses meios serão utilizados em atividades de ensino-aprendizagem. (KENSKI, 2005. p. 5).

 



Escrito por prof.rubens às 17h22
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ECO Via$

Estrada caríssima

 

As Vias Imigrantes e Anchieta, que ligam a região metropolitana ao litoral paulista apresentam abusos, no item pedágio. Estamos falando de R$20,10. É provável que até dezembro esse preço suba para além de R$ 25,00. Será?

Já ouviu dizer que essa via possui tal preço, no entanto ofereço todos os serviços necessários...

Mas é obrigação de qualquer concessionária manter todos os serviços, bem como a manutenção da estrada.

Além de tudo que pagamos mantemos grupos empresariais com suas vantagens lucrativas.



Escrito por prof.rubens às 17h02
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legal



Escrito por prof.rubens às 17h25
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http://www.youtube.com/watch?v=db6dzdxAZv4&feature=player_embedded

 



Escrito por prof.rubens às 17h12
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ANIMAMUNDI

Animação

 

http://tvuol.uol.com.br/permalink/?view/id=animamundi-2008-040272E4890327/mediaId=90199/date=2008-07-11&&list/type=search/q=animamundi/edFilter=all/



Escrito por prof.rubens às 16h57
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Distúrbio topográfico: é a incapacidade que algumas crianças têm de compreender legendas de mapas, gráficos, globos e maquetes. Elas não conseguem entender a escala simbólica que está sendo usada para definir o espaço real.

 

Soletração: existem crianças que são incapazes de revisualizar e reorganizar auditivamente as letras, ou seja, têm dificuldade de soletrar. A limitação na escrita será resultado da incapacidade para ler.

Vejamos, a seguir, como se classificam os distúrbios de leitura, separando-os em problemas específicos da leitura oral, da leitura silenciosa, da compreensão da leitura e da manipulação de símbolos (dislexia).

 

Dificuldades na leitura oral

A leitura oral abrange tanto a visão quanto a audição da criança, pois ela precisa perceber as informações que seu cérebro processará. Se um desses dois canais estiver recebendo a informação de maneira distorcida, a criança apresentará distúrbios na leitura, devido a dificuldades de percepção visual ou auditiva.

 

Dificuldades de discriminação visual

Existem dois tipos de problemas ligados à discriminação visual: a criança pode apresentar um defeito de visão (corrigível com o uso de lentes apropriadas) ou uma incapacidade para diferenciar, interpretar ou recordar palavras, devido a uma disfunção do sistema nervoso central. Caso ela não se enquadre nos dois casos acima citados, poderá ainda apresentar dificuldades de discriminação visual no início da alfabetização, por falta de estí­mulo dessa habilidade na época pré-escolar.

Entre as dificuldades de discriminação visual destacamos:

  Confusão de letras ou palavras semelhantes: a criança não nota detalhes, não consegue ver configurações gerais. Exemplo: bola e bolo ; folha e falha.

 

  Dificuldade no ritmo da leitura: a criança percebe a palavra quando ela é mostrada lentamente, mas não consegue ler as palavras mostradas com rapidez.

 

  Reversão: troca o b pelo d; o p pelo q. Exemplo: bebo, a criança lê "dedo".

 

  Inversão: lê o u em lugar do n; o p em lugar do b. Exemplo: powco/ponco; pala/bala.

 

  Dificuldade em seguir sequências visuais: a criança lê a palavra mas quando é pedido para organizá-la em sílabas ou letras, erra a ordem e a soletração.- Exemplo: ave — 'Vea".

 

  Dificuldade em ler da esquerda para a direita: a criança não respeita o sentido correio da leitura, o que resulta na escrita especular ou em espelho. Exemplo: tatu — "utat".

 

  Adição: a criança lê frases adicionando palavras que não estavam no texto. Exemplo:

O menino é grande.

O menino é bem grande.

  Omissão: lê omitindo palavras ou frases inteiras. Exemplo: O vestido vermelho da menina é bonito.

O vestido é bonito.

 

  Repetição: repete palavras, linhas e parágrafos. Exemplo: Eu vi um lindo cachorro no parque.

Eu vi um lindo lindo cachorro no parque.

 

  Substituição: troca as palavras, mantendo ou alterando o significado da frase. Exemplos:

A menina vestiu a blusa. A menina colocou a blusa. O gato subiu no muro. O gato fugiu no muro.

 

  Agregação: lê acrescentando letras às palavras. Exemplo: caderneta — "carderneta".


Prof. Rubens



Escrito por prof.rubens às 16h11
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José,Elisabete A.&Coelho,Maria Teresa.Problemas de aprendizagem.SP.:Ática,2004.

 

Distúrbios de leitura

As características descritas a seguir podem ser encontradas em crianças que apresentam distúrbios de leitura, mas não é necessário que todas sejam detectadas em uma única criança (classificação segundo Johnson e Myklebust6).

 

Memória: a criança apresenta dificuldade auditiva e visual de reter informações. Ela pode ser incapaz de recordar os sons das letras, de juntar os sons para formar palavras ou ainda de memorizar sequências, não conseguindo lembrar a ordem das letras ou sons dentro das palavras. Esse distúrbio de memória resulta de disfunções do sistema nervoso central e frequentemente se manifesta só no aspecto visual ou só no auditivo.

 

Orientação espaço-temporal: a criança não é capaz de reconhecer direita e esquerda, não compreende as ordens que envolvem o uso dessas palavras e fica confusa nas aulas de Educação Física, por não entender as regras dos jogos. Quanto ao tempo, mostra-se incapaz para conhecer as horas, os dias da semana etc.

 

Esquema corporal: geralmente as crianças com distúrbios de leitura têm um conhecimento deficiente de seu esquema corporal. Apresentam dificuldade para identificar as partes do corpo e não revelam boa organização da postura corporal no espaço em que vivem.

 

Motricidade: algumas crianças têm distúrbios secundários de coordenação motora ampla e fina, o que atrapalha seu equilíbrio e sua destreza manual. Elas caem com facilidade, são desajeitadas, não conseguem andar de bicicleta ou mesmo manipular peças pequenas de material pedagógico.

 


 

Prof. Rubens

 



Escrito por prof.rubens às 16h11
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